Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2006

Abertura

«Apesar das ruínas e da morte,
Onde sempre acabou cada ilusão,
A força dos meus sonhos é tão forte,
Que de tudo renasce a exaltação
E nunca as minhas mãos ficam vazias.»

Poema de Sophia de Mello Breyner

Temas:
publicado por 12A1 - ESTavira às 13:22

De Jorge Sirgado a 25 de Março de 2006 às 16:42
Vamos fazer amigos entre os animais. Amigos destes não são de mais na vida. Salvem as florestas! Salvem! Salvem vidas malvadas.
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